Marranghello Sociedade de Advogados
Planejamento patrimonial e sucessório

Seu patrimônio levou décadas para ser construído. A forma como ele será transferido está sendo decidida agora: por você ou pela lei.

A sua família não deveria ter que resolver tudo num momento de dor. Organizar a sucessão em vida evita o inventário, mantém o controle nas suas mãos e, em boa parte dos casos, reduz a carga tributária sobre o que você já construiu.

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Dra. Thatiana Antunes Marranghello
+15anos de atuação
100%online · todo o Brasil
2reuniões de análise do caso
Cenários comuns

Você se reconhece em alguma dessas situações?

São os cenários mais frequentes entre quem procura o escritório. Nenhum deles é um erro, são situações que apenas ainda não foram organizadas.

Imóveis no nome pessoal, sem estrutura definida para a sucessão
Casado, com patrimônio construído junto, e nunca calcularam o que acontece se um faltar
Empresa em que os sócios são da própria família
Filhos de relacionamentos diferentes, e uma divisão que pode virar conflito
Doação ou testamento já feitos, sem revisão das cláusulas
Um inventário recente na família que ninguém quer repetir
Aluguéis acima de R$ 20 mil por mês no CPF, ou mais de três imóveis locados
Distribuição de lucros acima de R$ 50 mil por mês, com a retenção de 10% que passou a valer em 2026
ITCMD · Nova lei nacional

O que muda a partir de 2027

No início de 2026 foi publicada a lei que estabelece as novas regras nacionais do ITCMD, o imposto sobre herança e doação. Os estados têm até o fim de 2026 para adaptar suas leis, e as mudanças passam a valer em 1º de janeiro de 2027.

Progressividade obrigatória

Estados que hoje cobram alíquota fixa, como São Paulo (4%) e Minas Gerais (5%), terão que escalonar a alíquota conforme o valor transferido, até o teto de 8%.

Base vira valor de mercado

O ponto mais relevante e menos comentado: quotas de holding deixam de ser avaliadas pelo valor contábil. Uma estrutura com patrimônio contábil de R$ 10 milhões e imóveis que valem R$ 30 milhões passa a ser tributada sobre os R$ 30 milhões.

Doações sucessivas somadas

Dividir uma transferência grande em doações menores ao longo dos anos deixa de reduzir o imposto.

Não é uma questão de alíquota apenas: é o valor sobre o qual ela incide que muda. O mercado já reagiu, com 185.861 escrituras de doação em 2025 no Brasil, 59% a mais que em 2020.

Isso não significa que toda família precise agir agora. Significa que a conta de quem organizar depois tende a ser diferente da conta de quem organizar antes, e essa diferença é exatamente o que a análise calcula para o seu caso.

O que quase todo mundo tenta

Os caminhos que parecem resolver, e o que eles não resolvem

Quase todo mundo que chega ao escritório já tentou organizar a sucessão de alguma forma. Os quatro caminhos mais comuns têm o mesmo problema: tratam a estrutura como fim, quando ela deveria ser consequência de um planejamento.

Doar direto para os filhos

O bem sai do seu controle e entra na vida deles: casamento, dívida, processo. Qualquer decisão futura sobre aquele bem passa a depender da assinatura de quem recebeu.

Comprar no nome dos filhos

Mesmo efeito da doação direta: o patrimônio é juridicamente deles antes da hora, exposto aos riscos da vida deles, não da sua.

Colocar os filhos como sócios

Muda o quadro societário, não muda a sucessão. Sem planejamento por trás, o inventário acontece igual.

Abrir uma holding e deixá-la vazia

Um CNPJ sem planejamento dentro não evita inventário. Só gera custo de manutenção e uma falsa sensação de proteção.

Nenhum desses caminhos é errado por má intenção. Eles falham porque a estrutura veio antes da análise. Cada família precisa de um desenho próprio.

Se um dos dois faltar, metade de tudo, inclusive do que você considera seu, entra no inventário.
A maioria dos casais só descobre isso dentro de um.

O tamanho do que está em jogo

O que custa deixar para depois

Inventário: 10% a 20% do patrimônio

Somando ITCMD, honorários e custas. Em um patrimônio de R$ 3 milhões, isso significa entre R$ 300 e 600 mil, pagos pela família, no pior momento, em dinheiro que normalmente não está disponível.

Anos com os bens travados

Um inventário judicial se arrasta por anos. Nesse período, os bens não podem ser vendidos e a empresa fica com a sucessão indefinida.

Empresa vale menos

Empresas familiares sem sucessão definida chegam a perder até 20% do seu valor. 91% das empresas familiares brasileiras não têm plano estruturado de sucessão.

Os percentuais variam conforme o estado e a composição do patrimônio. A análise calcula o número do seu caso.

Uma posição do escritório

Nem toda família precisa de uma holding

Existe quem recomende holding para qualquer patrimônio. Não é a nossa posição.

Há casos em que uma doação bem estruturada, com as cláusulas certas, resolve, por uma fração do custo. E há casos em que a holding é a única forma de transferir o patrimônio mantendo a administração e os rendimentos vitalícios nas suas mãos.

A resposta certa depende do caso. Por isso o trabalho começa pela análise, não pela estrutura.

A porta tributária

Quando a estrutura resolve imposto antes de resolver sucessão

Nem todo mundo que procura o escritório está pensando em sucessão. Uma parte procura porque a conta de imposto ficou alta demais, e descobre no processo que a mesma estrutura resolve as duas coisas.

Renda de aluguéis

Na pessoa física, até 27,5% hoje, chegando perto de 36% com a reforma tributária implementada, quando quem se enquadra como contribuinte passa a recolher IBS/CBS sobre o aluguel. Em uma estrutura no lucro presumido, a faixa vai de 11% a 14,5% hoje para cerca de 19%. A diferença entre o CPF e a estrutura não diminui com a reforma: ela aumenta.

Distribuição de lucros

Desde janeiro de 2026, valores acima de R$ 50 mil mensais por empresa sofrem retenção de 10% na fonte, e rendas anuais acima de R$ 600 mil passaram a ter alíquota mínima de imposto de renda.

Em ambos os casos, a estrutura montada agora resolve a carga tributária de hoje e já nasce pronta para a sucessão de amanhã. Quem organiza cedo transfere um patrimônio menor.

Do formulário à decisão

Como funciona

Um caminho claro, sem compromisso, do primeiro contato à decisão.

1

Você responde o formulário

Menos de dois minutos, sem compromisso. As respostas orientam a análise do seu caso.

2

Análise do caso

Reunião com a Dra. Thatiana sobre patrimônio, família e pontos de exposição.

3

Apresentação do caminho

O que faz sentido para o seu caso, com clareza de etapas, prazos e estrutura.

4

Decisão sua

Sem pressão. Você decide com as informações na mão.

Análise antes de qualquer proposta

Análise do seu caso

Responda cinco perguntas rápidas. As respostas orientam a reunião de análise com a Dra. Thatiana.

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O que motiva a organização agora?
O ponto mais importante para você hoje.
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Como esse patrimônio é composto?
Marque o que mais se aproxima do seu caso.
Escolha uma opção para continuar.
Quantos bens precisariam ser organizados?
Imóveis, participações, cotas: o total aproximado.
Escolha uma opção para continuar.
Qual o valor aproximado do patrimônio a organizar?
Considere imóveis, participações em empresa e investimentos, somados.
Escolha uma opção para continuar.
Para onde enviamos a confirmação da análise?
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Usado apenas para o agendamento da análise.
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Ao enviar, você autoriza o contato da equipe Marranghello para o agendamento da análise, conforme a Política de Privacidade. Seus dados não são compartilhados com terceiros.

Recebido. Análise em andamento.

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Dra. Thatiana Antunes Marranghello
Quem conduz a análise

Dra. Thatiana Antunes Marranghello

Advogada · Tributário, Societário e Sucessório

Mais de 15 anos de atuação, à frente da Marranghello Sociedade de Advogados, com atendimento em todo o Brasil.

Pós-graduada em Direito Público (UniRitter) e em Direito Tributário (IBET), com formação em Engenharia do Planejamento Sucessório.

"Planejar a sucessão é o último grande gesto de cuidado, e o único que você só pode fazer enquanto ainda está aqui."

Antes de decidir

Dúvidas frequentes

Já fiz doação para os meus filhos. Ainda dá para proteger?
Na maioria dos casos, sim. Doações já feitas podem ser complementadas ou reorganizadas. O que é possível depende das cláusulas existentes e da situação atual dos bens. É exatamente o tipo de ponto que a análise verifica.
Meu contador colocou meus filhos como sócios da empresa. Isso resolve a sucessão?
Não por si só. A alteração societária muda quem é sócio, mas sem um planejamento por trás o inventário acontece da mesma forma. A análise verifica o que a estrutura atual realmente cobre e o que ficou de fora.
Preciso de uma holding?
Talvez não. Holding é uma das ferramentas possíveis, não a única: em muitos casos, uma doação bem estruturada resolve por uma fração do custo. A resposta depende do tamanho e da composição do patrimônio, e é isso que a análise define antes de qualquer proposta.
Isso serve para quem tem poucos imóveis?
Serve. O planejamento não é uma questão de quantidade, e sim de situação: casal com patrimônio comum, filhos de relacionamentos diferentes e imóveis no CPF são cenários que merecem organização mesmo com poucos bens.
Se eu organizar agora, perco o controle do meu patrimônio?
Não, quando a estrutura é desenhada para isso. É possível transferir a titularidade mantendo a administração, o poder de decisão e os rendimentos com você, de forma vitalícia. A perda de controle acontece justamente no caminho oposto: na doação simples, feita sem as cláusulas certas.
Isso é legal? Pode ser questionado depois?
Planejamento patrimonial e sucessório é lícito e previsto em lei. O que é questionado são estruturas montadas sem propósito, apenas para deslocar imposto, e a legislação que entra em vigor em 2027 é explícita quanto a isso. É a diferença entre uma estrutura desenhada para o caso e um modelo genérico: a primeira se sustenta, a segunda é o que costuma ser derrubado.
E se meu filho se separar? O cônjuge dele entra no patrimônio?
É uma das principais razões para organizar em vida. Existem cláusulas, como incomunicabilidade, impenhorabilidade, inalienabilidade e reversão, que determinam que o bem não se comunique com o cônjuge do herdeiro e não responda por dívidas dele. Elas precisam constar no ato de transferência: depois, não há como incluí-las.
Quanto custa?
O caminho e o investimento dependem do caso. Por isso a análise vem antes de qualquer proposta. As duas primeiras reuniões não têm custo e não geram compromisso.
Atende fora de Porto Alegre?
Sim. O atendimento é 100% online, para todo o Brasil.